quarta-feira, 2 de abril de 2014

Tempo

Lua de prata 
Lua distante
Meu coração partido dispara
Ferido, incompleto e inconstante

Se apenas eu soubesse o porque
Das chagas nesse coração congelado
Mas nada! Nada é o que eu encontro
Mesmo no espelho de minha alma

Há coisas que simplesmente estão acima
Das vontades e das dores
E nesse meu universo tão sem cor
Cada vez mais esmoreço

Não é como se nunca houvesse tido fogo em meu peito
Mas a chama que jaze lá se congelou
E pelo tempo se apagará
Assim como minha alma e essas palavras

Nada perdurará!

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